Ter liberdade não é fazer o que se quer na hora que se quer, sem dar satisfação a ninguém dos próprios atos. Para usar a liberdade é necessário: a educação, a formação do caráter e a reflexão antes de agir. Liberdade completa, total de se fazer tudo o que se imagina, ninguém possui. Nossa liberdade é limitada pela consciência, pelas leis, pelos direitos dos outros. A liberdade é irmã da disciplina. Andam sempre juntas. Dá direitos mas exige obrigações. Se eu não souber usar minha liberdade haverá desordem, confusão, anarquia... Liberdade sim, mas com responsabilidade. Toda criança, no exercício de sua liberdade, tem que responder pelos seus atos: •Diante de suas consciências; •Diante da sociedade; •Diante de Deus. O que atrapalha a nossa liberdade? Os maus hábitos, a ignorância e a falta de educação. Texto Liberdade
In pra vcs10 dezembro 2009
Ter liberdade não é fazer o que se quer na hora que se quer, sem dar satisfação a ninguém dos próprios atos. Para usar a liberdade é necessário: a educação, a formação do caráter e a reflexão antes de agir. Liberdade completa, total de se fazer tudo o que se imagina, ninguém possui. Nossa liberdade é limitada pela consciência, pelas leis, pelos direitos dos outros. A liberdade é irmã da disciplina. Andam sempre juntas. Dá direitos mas exige obrigações. Se eu não souber usar minha liberdade haverá desordem, confusão, anarquia... Liberdade sim, mas com responsabilidade. Toda criança, no exercício de sua liberdade, tem que responder pelos seus atos: •Diante de suas consciências; •Diante da sociedade; •Diante de Deus. O que atrapalha a nossa liberdade? Os maus hábitos, a ignorância e a falta de educação. Os homens na balada
09 dezembro 2009
O MAROMBADO Esse tipo provavelmente estará trajando camiseta justinha. Isso porque ele precisa mostrar cada centímetro de seu bíceps, conquistado com horas de academia e suplementos alimentares de cavalo. Ele é um tipo armário e tá se achando, portanto, quando vai para pista... saiam de perto! Com um gingado de madeira-de-lei, ele "dança" executando séries e mais séries de movimentos com os braços... Passará a noite fazendo essa dança ao redor da "TÔ ME ACHANDO".
O TOPETE+CAMISETA+CAMISA Balada para esse tipo é dia de vestir essa combinação básica! Penso que essa moda só pode ter sido lançada por algum tipo, em propagandas de marcas conhecidas. O fato é que e este tipo, também conhecido como mauricinho, segue esse estilo como se fosse membro de uma seita. Anda em bandos e todos seguram uma bebida enquanto ficam em rodinhas babando para as "TÔ ME ACHANDO", zoando as "PORRA-LÔCA" e fugindo das "AMIGA INHAS". Esse tipo fica grande parte da noite passando a mão no topete, arrumando os fios rebeldes enquanto finge estar curtindo a balada com a galera da seita.
O PSEUDO-INTELECTUAL DA BALADA Esse é aquele que, como TODO HOMEM, avalia as mulheres pelo quesito BPPC (bunda, perna, peito, cara), mas... tem a cara-de-pau de chegar junto, secar seu decote e falar: "Oi... você leu o último livro do Saramago? ". Esse tipinho não vai para a pista. Afinal, ele curte mesmo é... JAZZ! Obviamente ele acha que o Jô Soares é o maior músico de jazz do mundo! Enfim, esse pseudo- intelectual-man passa a noite no bar bebendo... uísque, porque cerveja é muito povão! Como na maioria dos casos ele é desprovido de beleza, tem de arregaçar as mangas para mostrar seu rolex novinho e ver se sua "intelectualidade" chama a atenção de alguma nota A em BPPC.
O AFOBADINHO ALCOOLIZADO Esse tipo são os tímidos, tiozões (de 18 a 60 anos, porque estilo tiozão não tem idade), rejeitados, complexados, depressivos, enfim, todo o público-alvo das empresas de bebidas alcoólicas. Eles ficam ali na porta do banheiro feminino (!!!) curtindo aquele cheiro de pinho sol com xixi enquanto mandam ver no décimo copo de álcool. Aí fazem a alegria das "AMIGA INHAS" quando bolinam as meninas com cantadas grotescas ou se jogam em cima das passantes. No começo da balada até dá para entender as coisas idiotas que o tipo fala, mas lá para o meio da noite, eles tomam sua forma real, a de ANTAS, e passam a emitir apenas grunidos. No fim da noite, eles não terão "catado" ninguém porque quando alguma "AMIGA INHA" ia aceitar a "corte" do tipinho, ele desmaia e vai atrapalhar o sono de algum residente de plantão no HOSPITAL DAS CLÍNICAS: coma alcóolico na certa.
A PESSOA EM DIA "FUN FOR ME" Suas vestimentas são adequadas e ele vai abilolar na pista com um bom humor de dar gosto!!! Conhece todas as músicas e sabe exatamente o que fazer com braços, cabeça, pernas! Não fica bêbado apesar de beber boas doses de álcool. Se você estiver a fim, ele vai adorar dançar com você. Tem um ótimo papo e é super educado e gentil: abre passagem, entra na muvuca do bar para comprar bebida para você e te ajuda a prender aquela mecha de cabelo que cai insistentemente em seu rosto. Enfim, ele é o par perfeito para uma balada. Ah... sim, ele é gay!!!
O MALA MEN
08 dezembro 2009

O assunto da aula era 'medo'.
A professora começa perguntando...
- Pedrinho, do que você tem mais medo?
- Da mula-sem-cabeça, fessora.
- Mas, Pedrinho, a mula-sem-cabeça não existe. É apenas uma lenda...
Você não precisa ter medo.
- Mariazinha, do que você tem mais medo?
- Do saci-pererê, fessora.
- Mariazinha o saci-pererê também não existe. É somente outra lenda...
Você não precisa ter medo.
- E você, Joãozinho? Do que tem mais medo?
- Do Mala Men, fessora.
- Mala Men? Nunca ouvi falar... Quem é esse tal de Mala Men?
- Quem é eu também não sei, fessora. Mas toda noite minha mãe diz
na Oração: 'Não nos deixais cair em tentação e livrai-nos do
'Mala Men'.
Como se escreve...
04 agosto 2009

Eu desenhei minha família. Depois, tracei um grande circulo com o lápis vermelho ao redor das figuras.
Desejando escrever uma palavra acima do círculo, eu saí de minha mesa e fui até a mesa da professora e disse:
- Professora, como a gente escreve...? Ela não me deixou concluir a pergunta.
Mandou-me voltar para o meu lugar e que não se atrevesse mais a interromper a aula.
Eu dobrei o papel e o guardei no bolso. Quando retornei para casa, naquele dia, me lembrei do desenho e o tirei do bolso. Alisei-o bem sobre a mesa da cozinha, fui até a mochila, peguei um lápis e olhei para o grande círculo vermelho.
Minha mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Eu queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela e disse:
- Mamãe, como a gente escreve...?
- Júlio, não dá pra ver que estou ocupada agora?
Vá brincar lá fora E não bata a porta, foi a resposta dela. Dobrei o desenho e o guardei no bolso.
Naquela noite, tirei outra vez o desenho do bolso. Olhei para ao grande círculo vermelho, fui até a cozinha e peguei o lápis. Eu queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para meu pai. Alisei bem as dobras e coloquei o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do meu pai, e disse?
- Papai, como a gente escreve...?
- Júlio, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.
Dobrei novamente o desenho e o guardei no bolso.
No dia seguinte, quando minha mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da minha calça, enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude. Todos os tesouros que eu catava enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.
Os anos passaram...
Em janeiro, quando fiz 27 anos, minha filha de seis anos, Clarisse fez um desenho. Era o desenho da sua família (nossa). Eu sorri quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e me disse:
- Este aqui é você, papai!
Clarisse também riu. Eu olhei para o grande círculo vermelho feito por minha popozuda ao redor das figuras e lentamente comecei a passar o dedo sobre o círculo.
Clarisse desceu rapidamente do meu colo e avisou: Já volto! E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos meus joelhos, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou:
- Papai, como a gente escreve AMOR?
Eu abracei minha filha, muito emocionado, tomei a sua mãozinha e a fui conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:
- AMOR, querida, AMOR se escreve com as letras T...E...M...P...O. (tempo)
Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extra para amar; não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine quem participe e vibre quem começa e incentive.
Não espere seu filho, afilhado, ter que descobrir sozinho como se soletrar amor, família, afeição. E faça o mesmo com seus amigos, parentes, conhecidos... Você verá como é bom amar e ser amado...
E por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie.
A final, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo... Bom, o tempo é uma questão de escolha.
02 agosto 2009


